Tudo o que ela queria é que aquela mentira passageira fosse uma verdade duradoura e que a ausência do que não existia se tornasse uma realidade presente e constante em sua vida. Mas como assim não era, decidiu seguir em frente deixando muita coisa pra trás, sem sofrimento e sem arrependimento; pois como ela mesma dizia, um final é sempre sinônimo de um novo começo, e um novo começo é sempre uma nova oportunidade para ser feliz.

Quem é ela? Eu!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O AMOR NÃO É CEGO

Não, o amor não é cego. Cego é quem não ama. É preciso uns dois graus de amor pra ver o que vejo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário