Tudo o que ela queria é que aquela mentira passageira fosse uma verdade duradoura e que a ausência do que não existia se tornasse uma realidade presente e constante em sua vida. Mas como assim não era, decidiu seguir em frente deixando muita coisa pra trás, sem sofrimento e sem arrependimento; pois como ela mesma dizia, um final é sempre sinônimo de um novo começo, e um novo começo é sempre uma nova oportunidade para ser feliz.

Quem é ela? Eu!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

QUERO SER SEREIA EM UM MAR SÓ MEU

Não gosto do subtendido. Preso o óbvio. Sou clara como as águas de arraial na esperança de ver o reflexo do que sou. Gosto de mergulhar, mas só mergulho se eu vir o fundo do mar. E sou intensa, ou mergulho pra ir além ou fico de fora apenas curtindo a brisa por um determinado tempo. E por ser óbvia, qualquer um sabe quando viro sereia. (Quando eu tomo o mar é quando o mar me toma). Meu mar, não me permita mergulhar em rios que eu possa gostar.

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