Tudo o que ela queria é que aquela mentira passageira fosse uma verdade duradoura e que a ausência do que não existia se tornasse uma realidade presente e constante em sua vida. Mas como assim não era, decidiu seguir em frente deixando muita coisa pra trás, sem sofrimento e sem arrependimento; pois como ela mesma dizia, um final é sempre sinônimo de um novo começo, e um novo começo é sempre uma nova oportunidade para ser feliz.

Quem é ela? Eu!

sábado, 30 de agosto de 2014

DIZEM QUE SOU CATÓLICA!

Não basta acreditar em Deus somente em palavras, querer evangelizar os outros sem evangelizar-se primeiro. Querer mostrar uma pessoa que não é, usando a palavra do Senhor e ainda recriminar quem vive decentemente na lei do Jesus por livre e espontânea vontade mas sem divulgação. Isso é ridículo e hipócrita e imbecil e repugnante e todos os adjetivos cabíveis à situação. Eu detesto igreja, templo, terreiro e etc, mas vou a qualquer um dependendo da companhia, se eu estiver com vontade e se não for muito barulhento. Respeito meus amigos católicos, evangélicos, macumbeiros, espíritas... mas quero que respeitem também a minha crença. E a minha crença está nas minhas ações, no meu dia-a-dia. Religião não é atestado de caráter! E aquela saia lá nos pés que uso às vezes, não é pra bancar de santa, é simplesmente porque acho linda e uso qualquer roupa. Inclusive um palmo de short que frequentemente irão me ver com ele.

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