Tudo o que ela queria é que aquela mentira passageira fosse uma verdade duradoura e que a ausência do que não existia se tornasse uma realidade presente e constante em sua vida. Mas como assim não era, decidiu seguir em frente deixando muita coisa pra trás, sem sofrimento e sem arrependimento; pois como ela mesma dizia, um final é sempre sinônimo de um novo começo, e um novo começo é sempre uma nova oportunidade para ser feliz.

Quem é ela? Eu!

domingo, 17 de junho de 2012

MEU JEITO PECULIAR DE SOFRER

Eu tinha uma forma bem peculiar de sofrer; geralmente era dia de Domingo à tarde (nunca fui muito fã do Domingo). Eu comprava uma garrafa de vinho, ligava o computador, abria meu arquivo de fotos e músicas e começava a seção: olhando fotos antigas (relembrando tudo o que vivi de bom), ao mesmo tempo em que eu ouvia uma música que marcou aquele momento, tomando vinho e chorando, chorando muito. Eu Descobri outra forma de sofrer. Ao invés de vinho, foto e música antigas; vinho, música antiga e mensagens que foram trocadas pelo facebook.  E, depois, para anestesiar a dor do que se foi, eu olho as fotos do presente e colocando tudo isso em uma balança o que mais pesa é a felicidade do momento que estou vivendo. Futuramente será um passado bem melhor do que aquele já passou.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

ESCLARECENDO AS COISAS

Depois que eu passei dos vinte e cinco parece que me transformei em outra pessoa. Acho que aprendi o valor do amor: parei de desperdiçar e comecei a valorizar. Nada como a reciprocidade.  Amor incondicional é de pai, mãe e filho, e olhe lá.