Tudo o que ela queria é que aquela mentira passageira fosse uma verdade duradoura e que a ausência do que não existia se tornasse uma realidade presente e constante em sua vida. Mas como assim não era, decidiu seguir em frente deixando muita coisa pra trás, sem sofrimento e sem arrependimento; pois como ela mesma dizia, um final é sempre sinônimo de um novo começo, e um novo começo é sempre uma nova oportunidade para ser feliz.

Quem é ela? Eu!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ROMANCE PROIBIDO

Eu, não sou pronome pessoal do caso reto.
Sou verbo transitivo à procura de um objeto...
encontrei mas o perdi.
Meu objeto direto, indiretamente invadiu minha vida
transformando-a em versos.
E eu que pensei estar vivendo uma poesia.

Foi um romance cheio de interrogações
mas na ausência das respostas
apenas exclamações às reclamações que eu fazia.

Depois de tantas vírgulas, obrigatoriamente um ponto final...
...mal colocado,
em uma história, mal acabada,
de uma amor mal vivido,
de um sentimento sem sentido.
Um romance proibido!!!

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